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24/03/10 |
Promotoria Comunitária do Centro foi um dos
temas da reunião do CSO das Ações Locais
Presidentes das Ações Locais discutiram sobre promotoria comunitária |
Na segunda-feira (23/3), três temas monopolizaram a reunião do Conselho Superior de Orientação das Ações Locais (CSO), no auditório da Viva o Centro. Os presidentes das Ações Locais concordaram em elaborar diagnósticos de suas microrregiões para apresentar ao subprefeito da Sé, Nevoral Bucheroni, na próxima reunião do CSO, discutiram a proposta de criação da Promotoria Comunitária do Centro e falaram sobre a interação entre a Aliança pelo Centro Históricos e as 19 Ações Locais do Triângulo Histórico.
A coordenadora de Apoio às Ações Locais, Terezinha Santana, demonstrou satisfação ao lembrar que algumas reivindicações feitas ao subprefeito Bucheroni, na reunião passada, já foram atendidas: "Fiquei muito feliz ao passar pela Praça Roosevelt e ver que agora há lixeiras no local. Há quantos anos não víamos isso ali.".
Foi apresentado aos presidentes das Ações Locais um documento que deverão preencher com o diagnóstico sobre os problemas e os pontos positivos de suas respectivas microrregiões. Uma vez preenchido, esse documento será protocolado e encaminhado à Subprefeitura Sé: "É importante nos concentrarmos nesse projeto e apresentarmos um diagnóstico competente de nossa realidade", disse a coordenadora.
Promotoria Comunitária
A Promotoria Comunitária do Centro, entre outras atribuições, teria como objetivo aproximar o Ministério Público das entidades presentes na região e de representá-las em suas demandas ao poder público municipal e estadual. Antonio de Souza Neto, presidente da Ação Local Paissandu, contou como esse projeto já funcionou em outros bairros: "A Promotoria Comunitária foi implantada em Santo Amaro e essa proximidade da população ao Ministério Público fez diminuir a criminalidade no local".
A apresentação da proposta de criação da Promotoria Comunitária do Centro, ao lado das já atuantes Promotorias de Direitos Humanos, Habitação e de Meio Ambiente no Ministério Público, foi feita na primeira sessão do debate sobre Gestão do Centro, na Câmara Municipal, em 17/3. Na manhã desta terça (24/3), durante a última sessão do debate, o assunto deverá continuar em pauta.
A perspectiva de criação da nova Promotoria levou as Ações Locais presentes na reunião da segunda (22/3) a pensarem em dar contribuições, a partir de um diagnóstico em suas áreas de atuação, para formar um painel sobre a questão do lixo no Centro.
Aliança pelo Centro Histórico
A reunião teve a presença do coordenador da Aliança pelo Centro Histórico, José Orlando do Santos, ele explicou o trabalho realizado nas regiões da Sé, São Bento e Largo São Francisco: "A Aliança tem à sua disposição 18 agentes, ou zeladores urbanos, que circulam pela região e fazem registros dos problemas encontrados, como buraco nas ruas, presença de camelôs etc. Eles comunicam o problema encontrado à central da Aliança, na Rua da Quitanda, 80, e esta imediatamente envia mensagem pela internet às autoridades responsáveis para que providenciem a solução", explicou José Orlando.
A ideia é que haja uma interação permanente entre a Aliança e as Ações Locais presentes no Triângulo Histórico: "Com os zeladores urbanos atuando, as Ações Locais terão uma preocupação a menos com problemas de zeladoria urbana e poderão se concentrar em projetos sociais, culturais, educativos", exemplifica Terezinha.
Os presentes deixaram a reunião animados com os projetos estabelecidos pela Viva o Centro, pois, acreditam que cobrando as autoridades e com muito trabalho, conseguirão melhorias para cada microrregião das Ações Locais